O Brasil passa por acelerado processo de envelhecimento populacional motivado pela queda das taxas de fecundidade e mortalidade. O número de idosos passou de 3 milhões em 1960, para 7 milhões em 1975 e 17 milhões em 2006, um aumento de 600% em menos de 50 anos. As projeções mais conservadoras indicam que em 2025 seremos o sexto país do mundo em número de idosos, com um contingente superior a 30 milhões de pessoas (Veras, 2007). Estimativa do Ministério da Saúde para o ano de 2007, com base no censo de 2000-IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica que naquele ano, no Estado do Paraná, a população idosa (60 anos e mais) já somava 871.125 indivíduos.
A longevidade, grande conquista do século XX, se transforma no desafio das políticas públicas de saúde para o século XXI: o atendimento das demandas de uma crescente população de idosos. O país vive fase de transição demográfica e epidemiológica, onde o aumento da incidência e prevalência de doenças crônico - degenerativas se sobrepõe às ainda não bem resolvidas questões relacionadas ao controle de doenças infecto-contagiosas e causas externas de morbimortalidade como violência, acidentes e conseqüências do uso de drogas. Modifica-se o perfil de saúde da população. Em substituição às doenças agudas que se resolvem rapidamente por meio da cura ou do óbito, as doenças crônicas passam a predominar e com elas mais incapacidades e maiores gastos com a saúde.
A Saúde da Pessoa Idosa é prioridade nas agendas nacional, estadual e municipal como determinam o Pacto pela Vida, Estatuto do Idoso e Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Além das estratégias de promoção da saúde, prevenção e cura de doenças, torna-se fundamental a prevenção do declínio e reabilitação funcional, garantindo ao idoso um envelhecimento ativo, com independência e autonomia. Surge o novo paradigma na atenção à saúde: a avaliação da capacidade funcional e a necessidade de se identificar os idosos frágeis e em risco de fragilização.
É necessário capacitar as equipes de saúde para este novo “olhar”, garantir a equidade do acesso, combater preconceitos e adequar a estrutura física para o acolhimento ao idoso, definir o perfil epidemiológico e as necessidades de nossa população idosa, capacitar cuidadores formais e informais, discutir a rede de atendimento, apoiar e estimular a pesquisa e formação de especialistas na área do envelhecimento. Muito há que se fazer e a Secretaria de Saúde do Paraná, junto às Regionais de Saúde e Municípios, trabalha para implantar as ações necessárias para garantir dignidade, segurança e qualidade de vida no envelhecimento da população paranaense.
A longevidade, grande conquista do século XX, se transforma no desafio das políticas públicas de saúde para o século XXI: o atendimento das demandas de uma crescente população de idosos. O país vive fase de transição demográfica e epidemiológica, onde o aumento da incidência e prevalência de doenças crônico - degenerativas se sobrepõe às ainda não bem resolvidas questões relacionadas ao controle de doenças infecto-contagiosas e causas externas de morbimortalidade como violência, acidentes e conseqüências do uso de drogas. Modifica-se o perfil de saúde da população. Em substituição às doenças agudas que se resolvem rapidamente por meio da cura ou do óbito, as doenças crônicas passam a predominar e com elas mais incapacidades e maiores gastos com a saúde.
A Saúde da Pessoa Idosa é prioridade nas agendas nacional, estadual e municipal como determinam o Pacto pela Vida, Estatuto do Idoso e Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Além das estratégias de promoção da saúde, prevenção e cura de doenças, torna-se fundamental a prevenção do declínio e reabilitação funcional, garantindo ao idoso um envelhecimento ativo, com independência e autonomia. Surge o novo paradigma na atenção à saúde: a avaliação da capacidade funcional e a necessidade de se identificar os idosos frágeis e em risco de fragilização.
É necessário capacitar as equipes de saúde para este novo “olhar”, garantir a equidade do acesso, combater preconceitos e adequar a estrutura física para o acolhimento ao idoso, definir o perfil epidemiológico e as necessidades de nossa população idosa, capacitar cuidadores formais e informais, discutir a rede de atendimento, apoiar e estimular a pesquisa e formação de especialistas na área do envelhecimento. Muito há que se fazer e a Secretaria de Saúde do Paraná, junto às Regionais de Saúde e Municípios, trabalha para implantar as ações necessárias para garantir dignidade, segurança e qualidade de vida no envelhecimento da população paranaense.

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